2014/10/04 Tour: O Porto da alta burguesia às áreas operárias

Alimentado pelo negócio do vinho do Porto com o norte da Europa, o Porto enriqueceu tremendamente no século XVIII. Construíram-se igrejas e palacetes, rechearam-se casas e douraram-se retábulos, abriram-se ruas e praças, revolucionou-se o espaço urbano do Porto, dentro e fora de portas. A influência nórdica, sobretudo da larga comunidade britânica que controlava o negócio do vinho, incrustou-se nos alinhamentos e nas fachadas, na expansão urbana e no tecer da malha, organizada a partir de lotes profundos e estreitos, num plano radial que partia da muralha do século XIV, linha de fixação a partir da qual se organizou a expansão urbana do Porto.
A primeira metade de XIX foi um período de acalmia construtiva, feita de invasões (francesas) e tricas internas, de conflitos (guerra civil) e de epidemias de cólera.
Mas a partir da década de 40 de XIX, o Porto ergueu-se obsessivamente na palavra “Progresso”, no ferro e no vidro, estruturando uma cidade feita de múltiplos padrões morfológicos e de uma geografia social complexa, que distinguia os pobres interiores dos alinhados exteriores dos quarteirões; o oriente produtivo do consumista ocidente da cidade; o centro antigo da expansão urbana da segunda metade do século XVIII e de todo o século XIX.

O tour histórico “O Porto da alta burguesia às áreas operárias – Um passeio por Cedofeita de outros tempos” explorou boa parte dessa área de expansão da cidade, por ruas e praças de Cedofeita, procurando compreender e demonstrar a relação entre o tecido construtivo e a organização social da cidade, no plano urbano, na forma e no uso do solo, passando por casas de ingleses e brasileiros, fachadas da alta burguesia, ilhas do operariado, fábricas antigas e ruas de vários tempos. A equipa do CHIP foi dirigida Jorge Ricardo Pinto e contou com Ana Sofia Amorim, Daniela Alves, Hélder Barbosa e Ricardo Martins.

2014/07/12 Mercado Liberal – O Vídeo

2014/07/12 Mercado Liberal

No sábado, 12 de julho, o projeto Cedofeita Viva regressou a Cedofeita-Bombarda com o “Mercado Liberal”. Mais de uma centena de pessoas com trajes de época relembraram o Cerco do Porto (1832-33) e as contendas entre os liberais constitucionalistas liderados por D. Pedro e os absolutistas de D. Miguel.
Houve canções oitocentistas, folclore, fado e dramatização de episódios da época. Quem passou em Cedofeita pôde dar um pé de valsa com os estudantes do ISCET… A meio da tarde mais de 40 pessoas seguiram o percurso histórico do CHIP – Culture, Heritage and Identity in Porto, “O Bairro Liberal de Cedofeita”.
Organização Cedofeita Viva – Iscet – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo e Associação de Comerciantes e Empresários de Cedofeita, com apoio daPorto Lazer, e de Culture Print, Ekyval, Galeria Trindade, Larshop, Horto Flor do Norte, Rota Latina, Rádio Sim, e ainda de: Rancho Típico de S. Mamede de Infesta; Rancho Folclórico do Porto; Águias de S. Mamede:

2014/07/12 Fado: Feiticeira

2014/07/12 Tour “O Bairro Liberal de Cedofeita”

Percurso guiado pelo CHIP – Culture, Heritage and Identity in Porto, a 12 de Julho de 2014, integrado no “Mercado Liberal”, dando a conhecer face liberal do bairro de Cedofeita, nas ruas percorridas pelo rei D. Pedro, na igreja que acolhe o seu coração, nos centros de atividade militar onde se estabeleceram estratégias, nas batarias e miradouros de onde se alvejou e observou a movimentação inimiga e nos edifícios onde o novo poder liberal fixou residência no período após o Cerco e construiu o Porto Romântico de Oitocentos.
Organização CHIP-Iscet e Cedofeita Viva, com o apoio da CMP-Porto Porto Lazer.
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A 9 de julho de 1832 entrou na cidade do Porto, pela rua de Cedofeita, o Exército Libertador, comandado por D. Pedro IV. Com ele terão desembarcado, no Pampelido (Mindelo), cerca de 7500 bravos, muitos deles vindos de um exílio forçado, principalmente em Londres e em Paris.

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2014/05/31 Mercado da Fantasia – Vídeo

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