2014/05/31 Mercado da Fantasia

O Cedofeita Viva levou a fantasia a Cedofeita, num mercado urbano dedicado às crianças. A tarde foi muito animada, com jogos tradicionais e pinturas faciais, com demonstrações de artes e ofícios, e com: os “Contos Daqui e d’Acolá”, por Clara Haddad, acompanhada por Cristiano Gouveia; o teatro “A Farsa”, pelo Teatro e Marionetas de Mandrágora; “Tarde Mágica”, por Magia João Soares; e “Fantasia na Dança”, pela Companhia Vareira.
Fica um agradecimento especial à Confeitaria Aliança, à Confeitaria Rian, ao Café Mar Azul e ao Café Veracruz, que, juntamente com a Porto Lazer, apoiaram o teatro “A Farsa”.
Os nossos agradecimentos vão também para todos os que nos visitaram, para os mais de 100 vendedores participantes, e ainda para Selda Soares, Alípio Sousa, Teresa Maia (Me Alegro), Fábio Ramunni, Eduardo Morais e Joana Costa, com um abraço da equipa Cedofeita Viva:
Adelaide Costa, Adriana d’Orey, Ana Cristina Moreira, Ana Rita Santos, André Capela, Bruna Ferreira, Duarte Magano, Inês Guedes, Inês Oliveira, Isabel Marinho, Joana Araújo, João Pedro Silva, Jorge Machado, Mafalda Correia, Manuel Mota, Maria Figueiredo, Maria João Capelôa, Maria Liquito, Maria Margarida, Mariana Ratão, Martim Magano, Matilde Fontes, Pedro Sousa, Rafaela Lopes, Raúl Macedo, Ricardo Oliveira, Rosário Cardoso, Rui Janeiro, Sofia Oliveira, Vanessa Dias, Vera Guimarães, Vítor Ferreira e José Magano.

Organização Cedofeita Viva – Iscet – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo e ACECE, com apoio da Porto Lazer, e de Associação Portugal à Mão, Atividades Vasco Nuno Silva, Breyner85, Companhia Vareira, Culture Print, Easy Photo, Galeria Trindade, Gabarolas e Pintarolas, Horto Flor do Norte, Museu Nacional da Imprensa, Rota Latina e Salta Folhinhas.

2014/05/03 Mercado das Artes e Ofícios

No sábado, 3 de maio, em Cedofeita e Bombarda mestres e artesãos partilharam as suas artes e ofícios – Alípio Sousa (marcenaria), Irene Almeida (tecelagem), Jorge Júlio (alpergatas), José Fraga (cerâmica), Nuno Moutinho (fabrico de vassouras), Paula Matos (costura e bordados), Sandra Duarte (trabalho do vidro), Selda Soares (oficina de escrita), Museu Nacional da Imprensa (tipografia), e Polícia de Segurança Pública (polícia sinaleiro). A tarde foi animada pelo grupo “Cabra Çega” e  pelo “Grupo de Cavaquinhos da Escola Dramática e Musical de Milheirós Maia”, numa organização Cedofeita Viva – Iscet – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo e Ace Cedofeita, com apoio da Porto Lazer.

2014/03/29 Tour Histórico “O Porto das Invasões Francesas”

No passado sábado, dia 29 de Março, Dia Nacional dos Centros Históricos, percorremos o Centro Histórico do Porto, e evocámos os 205 anos da invasão do Porto pelas tropas francesas de Soult, na companhia do Rancho Folclórico do Porto e de mais de 60 simpáticos e interessados participantes.O “tour histórico” foi realizado pelo CHIP – Culture, Heritage and Identity in Porto – Iscet – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, e organizado pelo Cedofeita Viva, integrado no “Mercado do Fado”, com o apoio da ACECE e da Porto Lazer.

O início do século XIX foi um período de tremenda instabilidade bélica, um pouco por toda a Europa, sobretudo centrada na tensão anglo-francesa. Em Portugal, uma posição equívoca de “neutralidade” aparente despoletou a ira napoleónica e motivou o ataque gaulês ao território nacional. A segunda dessas 3 invasões francesas, a que foi liderada pelo General Soult, tinha como destino intermédio a cidade do Porto. No final de Março de 1809, há 205 anos, os franceses ocupariam a cidade causando o pânico e a fuga desesperada da população para a outra margem, rumo a Vila Nova de Gaia. A única ponte então disponível, a “Ponte das Barcas”, era uma frágil estrutura em madeira, eventualmente a ser desmontada por estratégia militar, que cedeu perante a pressão de tantas pessoas em fuga. Centenas terão caído no Douro, muitos terão sido atingidos pelos disparos franceses e por “fogo” amigo, vindo da Serra do Pilar. Pouco tempo depois, a cidade amainava perante o domínio francês.
O Porto dessa época era uma cidade profundamente alterada pelas grandes obras que tinham tido lugar nos últimos 50 anos. O Porto era então uma cidade pequena, preparada contudo para a expansão urbana, definida no final do século XVIII pela Junta de Obras Públicas do Porto. A norte, a cidade terminava na Lapa, a ocidente nos Campos da Torre da Marca e a oriente no Poço das Patas, actual Campo 24 de Agosto.
O tour do dia 29 permitiu conhecer um pouco melhor essa cidade distante no tempo e diferente no espaço – o Porto de 1809 – bem como alguns episódios de resistência e de engenho que ocorreram durante a invasão e permanência das tropas de Soult em território portuense.

2014/03/29 Mercado do Fado

O primeiro mercado Cedofeita Viva de 2014 foi dedicado ao Fado, Património da Humanidade. A 29 de março, Dia Nacional dos Centros Históricos, o mercado reuniu em Cedofeita e Bombarda cerca de 150 expositores de artesanato urbano e tradicional, restauração e usados, enquanto decorreram atividades para crianças (jogos tradicionais e pinturas faciais) e se cantou fado.
Os cantores e músicos convidados animaram toda a tarde: Adriana Miranda Santos, acompanhada por Gabriel Silva; Nélson Duarte, Sandra Cristina e Zé Carvalho, acompanhados por Miguel Amaral e João Araújo; os Fado Diferente; os Fado em Si Bemol; e o Grupo de Fados de Engenharia. Pelo meio uma expositora, Sandra Rolão também cantou dois fados!
O programa foi articulado com um percurso do grupo de investigação CHIP – Culture, Heritage and Identity in Porto – Iscet, “O Porto das Invasões Francesas”, que teve a companhia do Rancho Folclórico do Porto.

O Mercado do Fado apoiou ainda causas solidárias: Semente Solidária e Grupo de Ajuda Fraterna Franciscana.

Uma organização do projeto Cedofeita Viva – Iscet – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, e da Associação de Comerciantes e Empresários de Cedofeita – aqui com apoio do CHIP – Iscet, da Porto Lazer, Porto Paralelo, Culture Print, Oporto Art District – Sleep, Eat & Visit, Horto Flor do Norte, Breyner 85, Xailes de Portugal, Rádio SIM, Grupo de Fados de Engenharia, Easy Photo, Atividades Vasco Nuno Silva, Chapelaria Ideal, Rancho Folclórico do Porto e Fado Património da Humanidade – Museu do Fado.

Ver Fotografias

2014/03/21 Dia Mundial da Poesia

O projeto Cedofeita Viva – Iscet – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo associou-se à iniciativa do Bairro dos Livros, “Planta uma árvore e adota um livro”, na Biblioteca Municipal de Almeida Garrett.

2013/12/21 Mercado de Natal

No sábado, 21 de dezembro, comemorámos o Natal em Cedofeita, com diversas atividades orientadas para as crianças. No workshop do Pai Natal os miúdos tiraram fotografias com ele, com a mãe Natal e com simpáticos duendes, escreveram cartas com pedidos especiais, que meteram num marco de correio mágico, e experimentaram jogos tradicionais, animados pelo Vasco Silva e pela equipa Cedofeita Viva. Enquanto isso, o mercado de rua reuniu mais de 150 vendedores de artesanato, petiscos e doces, usados e velharias, animados por música ao vivo. Para as crianças (e graúdos), houve teatro de marionetas, “Bzzzoira Moira” (Filipa Mesquita), e uma sessão de histórias de Natal (Augusta Santos, Vânia Abreu, Vítor Fernandes). A passagem da fanfarra dos Portuenses não deixou ninguém indiferente… A festa seria ainda abrilhantada pelo Coral Mille Voci, dirigido pelo Prof. Diogo, que interpretou temas natalícios.

2013/12/08 Tour de Natal

No dia 8 de dezembro de 2013, o CHIP – Culture, Heritage and Identity in Porto realizou um tour guiado, partindo da Rua de Cedofeita e passando pela Praça Carlos Alberto, Leões, Clérigos, Aliados, São Bento, Rua das Flores e, finalmente, terminando no Largo de S. Domingos. O tema: sempre o Porto, mas desta vez, também, uma oportunidade para descobrir forma como o Natal era celebrado nas ruas e nos lares da cidade Invicta há 150 anos.
Há 150 anos, o Porto era uma cidade em profunda mudança. Acelerado pela energia fontista, pelo dinheiro “brasileiro” dos torna-viagem e pelo empreendedorismo da burguesia comercial e industrial, o Porto superava, com resistência, a inércia da tradição, oferecendo tecnologia e inovação a uma cidade presa a processo antigos, cruzada ainda por carros de bois e vendendo alfaias em algumas das suas praças, em feiras herdadas da época medieval. Se a cidade, enquanto construção física, crescia e se agigantava, os costumes e hábitos dos portuenses alteravam-se também, nas práticas ancestrais ou nos rituais coletivos, em que se mantinham receitas e gestos de antigamente, mas onde similarmente se introduziam novidades de além-fronteiras, num processo que incontornavelmente gerou nostalgia e saudade. Assim foi também com o Natal. Júlio Dinis chamava-lhe “uma moda tola”, perdida em estrangeirismo, quando se referia à perda de protagonismo do presépio em detrimento da jovial “Árvore do Natal”, novidade alemã nos natais portuenses de meados de XIX. Ramalho Ortigão, preso a esse tempo em perda, num tempo de aceleração, é impelido, numa crónica da época, a prometer: “Assentem no que quiserem, que eu para mim entenderei sempre que a árvore do Natal da Alemanha não vale a ceia do Natal portuguesa”.

Uma organização Cedofeita Viva – Iscet – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo e Ace Cedofeita, com o apoio da Porto Lazer.

2013/11/30 Mercado Oitocentista

No passado dia 30 de novembro, realizámos um mercado de rua inspirado na segunda metade do século XIX. Quem passou em Cedofeita e na Rua Miguel Bombarda viu muitas pessoas com trajes de época, a passear, a cantar ou a dançar a valsa.
O mercado reuniu mais de 100 bancas de artesanato urbano, petiscos, castanhas assadas, usados e velharias, mas proporcionou, também o reencontro do Porto com o comércio tradicional de Cedofeita.
O dia foi animado pelo Rancho Folclórico do Porto e pela equipa do Cedofeita Viva, e houve contos para crianças, jogos tradicionais e performances literárias. O programa incluiu também duas rotas pedonais em que foram exploradas histórias e curiosidades sobre edifícios e pessoas de outros tempos…
O Mercado Oitocentista foi organizado pelo Cedofeita Viva, ISCET e ACECE, com o apoio da C.M. do Porto, através da Porto Lazer.

2013/11/09 Mercado de rua: Bruxas e Castanhas

O mercado de rua “Bruxas e Castanhas” realizou-se a 9 de novembro, num dia teimosamente chuvoso, que ainda assim não impediu que zombies, bruxas e castanhas animassem a rua de Cedofeita. As crianças tiveram a sua hora de contos fantásticos, com os narradores Augusta Santos, Vânia Abreu e Vítor Fernandes, enquanto os Gaiteiros Nacionais do Porto percorriam e animavam a rua. A chuva comprometeu algumas atividades, entre as quais um workshop de abóboras preparado durante semanas, mas ainda assim houve muita gente que marcou presença em Cedofeita até bem tarde. 

Ler Mais»

2013/10/03 Book Gangster

Book Gangsters foi uma ação de comunicação idealizada pelo Bairro dos Livros, que o Cedofeita Viva apoiou com 20 voluntários, com o objetivo de promover a Book Stock Fair, o maior festival de livros do Porto, organizado pela Calendário de Letras, que se realiza no Palácio de Cristal de 3 a 27 de outubro. A cidade que acordou com uma surpresa: à porta de infantários, bibliotecas, lojas, cafés e padarias, no Metro e mesmo em paragens dos STCP estavam pequenas torres de livros para todas as idades! A acção-surpresa, que decorreu durante a noite de 3 para 4 de Outubro, e foram distribuídos mais de 2 mil livros, com uma etiqueta especial: “Este é dado… Os outros também.” A Book Stock Fair oferece mais de 500 mil livros com descontos até 80%.
Agora a malta do Bairro dos Livros e os meninos da Cedofeita Viva acham que são uns “book gangsters”.
Fotografias: Cedofeita Viva e Bairros dos Livros.

Página 2 de 41234